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Internet alinhada à Comunicação Interna


Hoje temos várias ferramentas que podem auxiliar na eficácia das mensagens da comunicação interna.

A internet é uma delas. Cada vez mais as empresas divulgam suas informações internas com ajuda de e-mails e intranet. A facilidade é que o funcionário pode ter acesso a elas em qualquer lugar e a qualquer momento.

Porém é necessário tomar cuidado para que a tecnologia e a internet não se transformem em inimigos da comunicação. Isso acontece quando substituem a voz dos líderes.

Segundo o instituto Debunking the Myths of Employee Engagement, em 2004/2005, 45% dos funcionários questionados respondeu que o líder assume um papel ativo e visível na comunicação interna. Já em 2006/2007, o número caiu para 43%. Podemos ver que a tendência da atuação dos líderes na comunicação interna é diminuir.

Os resultados desse novo meio de comunicar também pode ser encontrado na pesquisa. 56% dos funcionários engajados recebem comunicação mensalmente de seus líderes, enquanto 42% dos funcionários pouco engajados recebem anualmente ou nunca.

O ideal é que o líder comunique-se com seus funcionários pelo menos uma vez por mês, seja essa comunicação impressa, eletrônica ou face a face, sempre com mensagens alinhadas à estratégia da empresa.

Mensagens que revelem o futuro da empresa, progresso de projetos e objetivos e metas comuns trazem bons resultados e fazem os funcionários sentirem-se parte de um time, principalmente quando compartilhadas diretamente por um líder reconhecido.

Mariana Giorgiani
Fonte: Watson Wyatt - Debunking the Myths of Employee Engagement

LIDERANÇA


"Os líderes tem um papel essencial dentro das organizações, pois são eles que engajam e motivam os coladoradores."
Viviane Mansi

Segundo o estudo Debunking the Myths of Employee Engagement, as relações com os líderes é a principal razão das pessoas sairem de suas casas, por isso cabe a liderança ser a ponte de relacionamento entre a alta gerência e os funcionários. Mas, o excesso de líderes pode ocasionar um descontentamento por parte da equipe, devido as diferentes formas de emissão de mensagem.

Nas organizações, com um número alto de supervisão, a insatisfação em relação aos superiores diretos é tratada com a mudança de chefia, ou seja, a organização escolhe entre os líderes aquele que esta mais apto, conforme as características da equipe. Desta forma, o processo de comunicação dos objetivos é fortalecido á medida que o líder compreende a forma da equipe de percepção e transmissão das informações.

Por sua vez, a CI deve trabalhar com a liderança a eficiência deste processo, ela deve recomendar as melhoras formas de difundir as metas, objetivos e treina-los para que não ocorram equivocos ou haja deficiência na propagação, pois a eficácia da comunicação com os funcionários esta em propor e gerenciar metódos, instrumentos e veículos que auxliam no entendimento das mensagens passadas pela liderança.


Leticia Pinheiro
Fonte: Watson Wyatt - Debunking the Myths of Employee Engagement
Aula- Comunicação Interna e Liderança - Faculdade Cásper Líbero.

APROXIMAÇÃO OU DISTANCIAMENTO?




Cada vez mais as empresas estão inserindo programas internos de Comunicação para divulgar informações sobre a estratégia corporativa, benefícios da empresa, mudanças e outras questões que afetam os trabalhadores. A tecnologia criou ferramentas como a intranet e o e-mail que tornam a comunicação mais rápida e eficaz.
Em contrapartida, tanta tecnologia é vista por muitas pessoas de forma negativa, uma vez que, a informação deixa de ser transmitida por aparelhos, resultando no distanciamento entre líderes e os colaboradores. Isto sugere que as empresas podem estar atualizando a tecnologia como substituto para a comunicação frequente de liderança.
A pesquisa realizada pelo Watson Wyatt mostra que o contraste entre a alta e a baixa participação dos funcionários é impressionante: 56% das pessoas no grupo de alto envolvimento recebe comunicação da direção, pelo menos mensalmente, ao mesmo tempo 42% dos "baixos" funcionários dizem que a comunicação é anual ou que nunca ocorreu.
Desta forma, podemos concluir, que a informação deve ser disponibilizada em vários formatos, incluindo impressão, eletrônico e presencial. Uma comunicação eficaz causa entusiasmo e a sensação de fazer parte da equipe, contribuindo assim para o progresso em direção ás metas.

Lilian Pereira de Siqueira
Fontes:
Watson Wyatt - Debunking the Myths of Employee Engagement

SUCESSO FINANCEIRO OU ENGAJAMENTO?


Segundo o estudo de Watson Watt realizado em 2006/2007, com 12.204 trabalhadores, em todos os níveis e setores, que responderam cerca de 150 questões referentes á Compromisso, Comunicação, Remuneração e benefícios, Foco no Cliente, Diversidade, Contratação e promoção, Linha de Visão, Liderança de Desempenho, Melhoria de Processo e Inovação, Orientação estratégica e liderança, Supervisão, Formação e desenvolvimento, Confiança e ética, Valores, Ambiente de Trabalho e equipe e Trabalhar com equilibrio na vida, o sucesso financeiro de uma empresa depende do engajamento de seus colaboradores.

O colaborador motivado produz mais porquê se sente seguro em relação sua ocupação e papel: são os empregados de sucesso. Desta forma, as organizações devem investir no desenvolvimento das qualificações e aptidões de seus profissionais, ou seja, ela deve propor formas em que o funcionário melhore seus pontos fracos e aprimore os seus pontos fortes e o valorize.

Neste contexto, a C.I (Comunicação Interna) age como um "porto seguro" das informações para garantir a reciprocidade entre a direção e seus colaboradores no desenvolvimento das competências fundamentais (ouvir, falar, escrever e capacidades interpessoais), sem esquecer das diferenças individuais de cada um, para auxiliar e aperfeiçoar os relacionamentos, com ações que certifiquem a autenticidade das informações e a proatividade na investigação de dados por ambos.

Então, somente quando houver este acordo mútuo será possível chegar ao ponto inicial: sucesso financeiro com engajamento, pois um depende do outro, ou seja, o envolvimento é fruto do investimento do sucesso financeiro em capacitação do colaborador e o sucesso financeiro é consequência desse investimento. Assim, cabe a C.I assessorar na relação desses dois pontos para que os objetivos da organização sejam alcançados.


Iacy Correia


Fonte:
Artigo: Qualidade da Comunicação Interna - Alberto Pirró Ruggiero
Watson Wyatt- Debunking the Myths of Employee Engagement





COMPROMETIMENTO X ENGAJAMENTO

O que torna um funcionário parte de uma empresa de fato? Suas atividades executadas de maneira eficiente, sua satisfação com a organização? Os benefícios que recebe, o salário?
Uma equipe comprometida, satisfeita com a empresa que trabalha já é algo muito bom. Porém, ainda não é uma equipe engajada.

"O engajamento profissional é uma combinação de comprometimento funcional e emocional." - Mark Schumann, presidente da International Association of Business Communicators (IABC).

Funcionários engajados vestem a camisa da empresa. Sentem que seu trabalho interfere diretamente em toda a cadeia de negócio da organização, gerando frutos e retorno direto.
A equipe que vislumbra este cenário, toma decisões e escolhe rumos para a otimização total das ações. Não é apenas fazer o próprio trabalho bem feito, mas sim contribuir para que o todo faça da melhor maneira possível.
Este espírito de engajamento é criado quando líderes aproveitam o sentimento de comprometimento de sua equipe, e os direcionam. Aplicar o comprometimento de maneira que ele foque no crescente desenvolvimento da organização, ao mesmo tempo conscientizando a todos dos objetivos e resultados.
E os retornos são claros: empresas que sabem como engajar seus funcionários têm comprovadamente melhores desempenhos financeiros.

A comunicação tem papel fundamental neste processo de engajar o público interno. Pode-se trabalhar a liderança de forma positiva, ajudando na manutenção do comprometimento dos funcionários. Ações de interação com a organização, endomarketing, reconhecimento e partipação de funcionários, como também fornecer informações verídicas, atualizadas e estratégicas, aquecem o espírito engajador.


Daniella Gonçalves de Paula


Fontes:
Nós da Comunicação - Entrevista com Mark Schumann
Watson Wyatt - Debunking the Myths of Employee Engagement

A Comunicação Interna e os desafios das mudanças no mundo corporativo

Atualmente, os funcionários estão cada vez mais exigentes, em decorrência das mudanças que as novas mídias trouxeram para o mundo corporativo. Tamanha facilidade em ter acesso às informações reforça a necessidade de se estabelecer um relacionamento transparente com o público interno, já que este está cada vez mais participativo e criterioso. A Comunicação Interna já não pode mais se preocupar em apenas transmitir os fatos. Deve também expor opinião, ter consistência de conteúdo e potencial de análise. Com funcionários que cada vez mais selecionam o que é o Comunicação Interna ou não, os veículos devem ser atrativos, com temas de profundidade e relevância. O diferencial não está em notificar, e sim em propor alternativas de diálogo e de compartilhamento de informações.

A conscientização para mudança de atitude é muito mais concreta quando a idéia compartilhada exige que o receptor sinta-se responsável e engajado. Para Carlos Parente, gerente de Relações Internacionais da Camargo Correa, a aprovação das matérias para o público-alvo é estratégica: “É um ponto fundamental: todo comunicador é um educador, que maneja formatos de comunicação para formar, informar e transformar”.

Os maiores problemas de Comunicação Interna, costumam ser provenientes da falta de transparência (cultura do “não falar”), mensagens ser adequação ao público interno, falta de estratégia definida. Isso faz com que os canais tenham descrédito e baixa eficácia.

A solução está em focar no processo, e não nos meios. O conteúdo é mais importante que a divulgação, e tudo deve estar alinhado à estratégia.

Case Novartis

Maurício Grilli, coordenador de Comunicação Interna da Novartis, esteve no evento para mostrar uma ferramenta digital que integra 550 jovens representantes de vendas, espalhados por vários estados, numa única rede de relacionamentos. Com uma equipe que precisa estar em campo para uma média de 11 visitas por dia a médicos, desconectada inclusive da internet a não ser no período noturno e portanto fora do horário comercial, fica evidente a dificuldade da empresa entrar em contato e garantir a transmissão de suas mensagens. A intermediação eletrônica é mandatória, mas precisa conter elementos de emoção e envolvimento. Ele mostrou a reformulação do portal institucional no formato de rede social, o que deu personificação, humanização e integração ao meio, permitindo inclusão de dados e preferências pessoais e fotos

A idéia surgiu tanto pela constatação de que 62% do tráfego da internet brasileira estar concentrada neste tipo de canal, quanto pela identificação de uma mudança na centralidade da organização para o público, com alteração profunda na redação dos conteúdos e no protagonismo das fontes. O novo site deu voz às áreas da empresa de maneira organizada e integrada, com um histórico de conversas com dia e hora, e inseriu as pessoas num novo universo de relacionamento com públicos externos, já usuários da internet, como médicos e pacientes. Além disto, manifesta Grilli, estimulou a percepção atenta e crítica da equipe com recursos como indicar, comentar e avaliar os materiais disponibilizados e as opiniões registradas. Ele aposta que, no futuro, os funcionários vão criar comunidades dentro da plataforma e sua função será dar suporte para geração de conteúdos.

Fonte: RP Rodrigo Cogo - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)



Indicação de Leitura

Entender como funcionam as relações internas nas empresas, seus agentes, as reações e a interação do pessoal com a organização é a proposta do livro Comunicação Interna – A força das empresas, primeira publicação da ABERJE Editorial. Planejar e construir processos de comunicação interna tem sido uma busca constante das organizações que zelam por sua imagem organizacional. Atenta a essa necessidade, a ABERJE editou uma obra que pretende auxiliar profissionais, estudantes, empresários e gestores de comunicação empresarial na análise do ambiente interno por meio de cases e artigos de alguns dos maiores mentores de grandes empresas que atuam no País.


Bianca Barsanti Meneguim

Goleada da Empresa


Neste clima contagiante que podemos sentir em todos os cantos do país, empresa que vai dar goleada é aquela que usar a Copa do Mundo para motivar seu público interno.


Mesmo as empresas com os melhores climas organizacionais e estratégias de motivação interna terão que adotar novas práticas no meio desse ano. Afinal, no próximo mês a Copa do Mundo de Futebol tem início na África do Sul, e brasileiro nenhum quer perder, menos ainda trocar por trabalho duro.
Pensando nisso, as empresas já estão fazendo seus calendários de dispensa e ações para manter os funcionários unidos durante os jogos, permitindo que todos assistam, divirtam-se e possam voltar ao trabalho entusiasmados ao final da partida, afinal, a flexibilidade dos gestores em questão de Copa do Mundo num país como o Brasil deve ser grande.
Uma pesquisa recentemente feita pela empresa Curriculum questionou 574 companhias nacionais, querendo saber como irão proceder durante os jogos. O resultado mostrou que 63,25% vão liberar seus funcionários no horário das partidas. Com relação aos dois primeiros jogos, a pesquisa mostrou que 62,4% das empresas farão ações com os funcionários para que todos possam assistir juntos aos jogos em algum lugar apropriado.
Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum afirma: “As empresas devem utilizar esse momento com uma forma de integração e alternativa para melhorar o clima organizacional”.
Algumas estratégias como telões e salgadinhos serão utilizados nos jogos que do período da manhã. Já nos jogos da tarde, quando não houver comemorações na empresa ou em algum outro ambiente como bares e restaurantes, haverá a liberação para que o funcionário possa assistir em casa com a família.
Segundo o gerente de uma multinacional atuante no ramo de automação industrial, “a produtividade vai cair se a gente não deixar a equipe acompanhar as partidas. Se os funcionários ficassem ouvindo as notícias no rádio seria bem pior para a gente, afinal, não há como negar que o futebol é a grande paixão nacional”. Ele acredita que o principal ganho ao investir nesse tipo de projeto é a motivação e integração dos funcionários de uma única vez, afinal, não há nada que une mais os brasileiros do que um jogo da seleção. Neste momento todas as diferenças somem e todos podem torcer juntos. Além de criar um ambiente mais descontraído e favorável à produtividade, o trabalhador sente mais orgulho da empresa em que trabalha.
É importante ressaltar que após o jogo deve ser realizada alguma atividade para que o funcionário volte ao ritmo de trabalho, principalmente se o resultado do jogo for desfavorável.
Deve-se tomar cuidado para que não haja piadas de mau gosto, e que o respeito sempre prevaleça. Os gestores têm que deixar claro que apesar do clima de Copa do Mundo, o ambiente de trabalho pressupõe um compromisso com a produtividade.
Segundo Jaqueline Resch, sócia-diretora da Resch, “se a organização tiver uma cultura de confiança com os funcionários, todos vão buscar compensar o trabalho de uma outra forma”.
Postado por Mariana Giorgiani

Engajamento no trabalho depende de vários fatores


Publicada em 27/03/2010 às 21h56m - O Globo

RIO - De acordo com o levantamento da Right, pessoas que se sentem motivadas apenas com o trabalho, mas não com a empresa, podem sair a qualquer momento por não alimentarem uma relação de fidelidade com a organização. Já os que são envolvidos com a empresa, mas não com o trabalho, tendem a ficar mais tempo. Segundo Elaine Saad, ambos os grupos são comprometidos, mas de maneiras diferentes: - Para as pessoas do primeiro, o objetivo final é o que conta: as empresas são apenas um meio para que atinjam as suas metas. Já o segundo faz da organização o seu plano de carreira. Eles planejam crescer dentro da companhia. Vale ressaltar que comprometimento não significa apenas cumprir prazos e horários: faz parte do conceito trabalhar em equipe e contribuir para a melhoria dos processos com ideias e sugestões, ajudando a empresa a atingir metas. Além do estilo de liderança do gestor, outros aspectos que determinam o engajamento são o reconhecimento da importância do trabalho realizado e o alinhamento entre os valores do funcionário e os da empresa. Muitas vezes o empregado é contratado por suas habilidades técnicas, mas sai por questões comportamentais. - Se a cultura da companhia é competitiva, uma pessoa de perfil menos agressivo e mais colaborativo terá dificuldades para se adaptar. Por isso o trabalho de recrutamento e seleção é tão importante: se bem feito, evita-se futuras frustrações e, consequentemente, falta de comprometimento - ressalta Selma Paschini, da Human Capital.

Comentário:
A matéria “Engajamento no trabalho depende de vários fatores” publicada no site da Globo.com , reforça a idéia de que os funcionários engajados e motivados obtêm um ótimo rendimento e desempenham melhor suas funções. Além disso, tem um maior comprometimento com as questões que envolvem o coletivo e as metas e objetivos da organização. De acordo com esse cenário, observa-se a consciência da importância uma crescente demanda nas organizações pela busca de atividades motivacionais, que tenham como objetivo a inclusão dos colaboradores no contexto das empresas e na valorização destes profissionais nas atividades por eles exercidos. Assim, o engajamento e o posicionamento dos funcionários na obtenção das metas da empresa será mais eficaz e positivo.
Por Lílian Pereira de Siqueira


Pense Nisso:

Motivação e comunicação...



A motivação e a comunicação se interagem em uma relação de causa e efeito.

Em um ambiente em que a comunicação é eficaz e correta, a grau de motivação para superar desafios e metas é significativo. A confiança e o entrosamento entre o líder e os colaboradores podem gerar uma mudança positiva nos resultados de uma crise.

Se uma mudança estratégica ou uma crise interferem diretamente na atuação do funcionário, o dialogo aberto e a transparência é fundamental para que seja capaz de encorajar a manifestação de idéias e sugestões que podem originar inovações e identificar soluções altamente rentáveis para a empresa como um todo.

Independente de ser o líder ou o colaborador, a Cultura do Diálogo cria vínculos que se manifestam em comportamentos positivos e pró-ativos.

Atualmente, muitas empresas buscam a valorização do funcionário percebendo a importância de seu bem-estar perante a empresa e seu trabalho realizado, de forma com que se este estiver motivado, seu trabalho será melhor e mais produtivo, cooperando muito mais com os interesses da empresa.

O maior desafio do mundo atual é incentivar o exercício do diálogo aberto, favorecendo assim a convivência das diferenças.

A diversidade de pensamentos contribui para o enriquecimento da empresa na busca de soluções e inovações. Pessoas com pontos de vista diferentes podem trabalhar juntas e integradas por objetivos comuns, dependendo de uma estratégia que envolva a participação de todos no seu processo de planejamento para o sucesso.

Indicação de Leitura



A motivação é o sucesso

Scott Hunter



Sinopse:

Para que o trabalho traga satisfação - tanto para líderes quanto para a equipe - e os resultados sejam cada vez mais sólidos, a motivação é a mola propulsora para atingir esse objetivo. Scott Hunter mostra como lidar com os problemas do dia-a-dia em uma organização e como despertar em cada pessoa o que ela tem de melhor. Afinal, a motivação é o que traz criatividade, mostra novos caminhos a serem seguidos e faz com que todos caminhem para um objetivo comum.


Por: Leticia Pinheiro

Endomarketing: O que é e porquê?


Endomarketing, por definição, é uma ferramenta da Comunicação Interna que reuni táticas de marketing na atmosfera interna das organizações, ou seja, é o ato de “comercializar” produtos/serviço ao público interno aprimorando os processos de comunicação e fortalecendo os relacionamentos. Além disso, há a relevância nas questões mercadológicas, no qual propõem que a todos aqueles que atuem diretamente na prática e operacionalização um alinhamento aos motes mercadológicos.

Por sua vez, cabe a CI desenvolver ações eficientes e eficazes para as organizações tornarem os colaboradores aliados estimulando o principio de “pertencer” á medida que surge uma conexão entre cliente, organização e funcionário. Desta forma, os funcionários transformam-se em multiplicadores e, consequentemente, refletem uma imagem benéfica e adequada do comprometimento da organização com os seus públicos. Porém, em um contexto mais abrangente, capacita aos colaboradores com respostas a quaisquer questões que possam surgir dos clientes externos, pois esta atrelado ao comprometimento com a organização, a iniciativa proposta pela motivação organizacional e, simultaneamente, previne que a desmotivação surja e dissemine -se pelo negócio e reputação da organização no ambiente externo.

Segundo o site Diario de Esmeros, artigo O Valor do Endomarketing, a fundamentação estabelece-se a partir de pesquisa com os seguintes critérios e planos de ações:

I. 1.Análise do ambiente interno da organização.
2. Avaliação do desempenho global de setores, do nível de integração entre setores,
da relação com os consumidores.
3. Avaliação de desempenho.
4. Avaliação do potencial e das limitações de cada um.

5. A imagem que se tem da empresa.
6. Nível de motivação, expectativas e aspirações.
7. Necessidades de treinamento.
8. Espírito de equipe.
9. Nível de conhecimento dos objetivos, produtos e planos da empresa


II. 1. Treinamento sob a ótica de educação e do desenvolvimento contínua.
2. Processo de seleção focado em talentos para o negócio.
3. Planos de carreira linear e vertical.
4. Motivação contínua através da participação e campanhas promocionais.
5. Valorização das ações dos empregados.
6. Comprometimento e recompensa.
7. Sistema de informações e rede de comunicação inter
na.
8. Segmentação do mercado de clientes internos.
9. Cenário
s para novos produtos, serviços e campanhas publicitárias internas

Por fim é relevante compreender que o engajamento é elemento fundamental para a eficácia desta ferramenta, entretanto, isto somente acontece quando há comprometimento da organização com o seu cliente interno.

Indicação de Leitura:

ENDOMARKETING: COMO PRATICÁ-LO COM SUCESSO

SAUL FAINGAUS BEKIN



Sinopse:

O autor reafirma que a comunicação interna não pode ser mais considerada o patinho feio das estratégias comunicacionais e de marketing das empresas. E mais, o seu livro coloca à disposição dos gestores modernos um conjunto de processos modernos que integra e dá coesão, sob a perspectiva dos mercados e da sociedade, às mensagens e ações produzidas pelo público primeiro de qualquer empresa, que é o trabalhador.
Endomarketing impressiona pelo seu conteúdo e originalidade. Consegue nos envolver com questões instigantes, para propor conceitos e reflexões abrangentes, acompanhados do pensamento de destacados expoentes contemporâneos e uma preciosa seleção de casos reais. É uma obra indispensável para todos que se interessam pela modernização da gestão de pessoas e de negócios.

Por: Iacy Correia

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Engajar é envolver ou envolver-se politicamente ou ao serviço de uma causa. = empenhar

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O blog Move Up é mantido por alunas do 3º ano de Relações Públicas da Faculdade Cásper Líbero e tem o intuito de abastecer o leitor com diversos materiais sobre motivação e engajamento! Equipe Move Up!

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