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Endomarketing: O que é e porquê?


Endomarketing, por definição, é uma ferramenta da Comunicação Interna que reuni táticas de marketing na atmosfera interna das organizações, ou seja, é o ato de “comercializar” produtos/serviço ao público interno aprimorando os processos de comunicação e fortalecendo os relacionamentos. Além disso, há a relevância nas questões mercadológicas, no qual propõem que a todos aqueles que atuem diretamente na prática e operacionalização um alinhamento aos motes mercadológicos.

Por sua vez, cabe a CI desenvolver ações eficientes e eficazes para as organizações tornarem os colaboradores aliados estimulando o principio de “pertencer” á medida que surge uma conexão entre cliente, organização e funcionário. Desta forma, os funcionários transformam-se em multiplicadores e, consequentemente, refletem uma imagem benéfica e adequada do comprometimento da organização com os seus públicos. Porém, em um contexto mais abrangente, capacita aos colaboradores com respostas a quaisquer questões que possam surgir dos clientes externos, pois esta atrelado ao comprometimento com a organização, a iniciativa proposta pela motivação organizacional e, simultaneamente, previne que a desmotivação surja e dissemine -se pelo negócio e reputação da organização no ambiente externo.

Segundo o site Diario de Esmeros, artigo O Valor do Endomarketing, a fundamentação estabelece-se a partir de pesquisa com os seguintes critérios e planos de ações:

I. 1.Análise do ambiente interno da organização.
2. Avaliação do desempenho global de setores, do nível de integração entre setores,
da relação com os consumidores.
3. Avaliação de desempenho.
4. Avaliação do potencial e das limitações de cada um.

5. A imagem que se tem da empresa.
6. Nível de motivação, expectativas e aspirações.
7. Necessidades de treinamento.
8. Espírito de equipe.
9. Nível de conhecimento dos objetivos, produtos e planos da empresa


II. 1. Treinamento sob a ótica de educação e do desenvolvimento contínua.
2. Processo de seleção focado em talentos para o negócio.
3. Planos de carreira linear e vertical.
4. Motivação contínua através da participação e campanhas promocionais.
5. Valorização das ações dos empregados.
6. Comprometimento e recompensa.
7. Sistema de informações e rede de comunicação inter
na.
8. Segmentação do mercado de clientes internos.
9. Cenário
s para novos produtos, serviços e campanhas publicitárias internas

Por fim é relevante compreender que o engajamento é elemento fundamental para a eficácia desta ferramenta, entretanto, isto somente acontece quando há comprometimento da organização com o seu cliente interno.

Indicação de Leitura:

ENDOMARKETING: COMO PRATICÁ-LO COM SUCESSO

SAUL FAINGAUS BEKIN



Sinopse:

O autor reafirma que a comunicação interna não pode ser mais considerada o patinho feio das estratégias comunicacionais e de marketing das empresas. E mais, o seu livro coloca à disposição dos gestores modernos um conjunto de processos modernos que integra e dá coesão, sob a perspectiva dos mercados e da sociedade, às mensagens e ações produzidas pelo público primeiro de qualquer empresa, que é o trabalhador.
Endomarketing impressiona pelo seu conteúdo e originalidade. Consegue nos envolver com questões instigantes, para propor conceitos e reflexões abrangentes, acompanhados do pensamento de destacados expoentes contemporâneos e uma preciosa seleção de casos reais. É uma obra indispensável para todos que se interessam pela modernização da gestão de pessoas e de negócios.

Por: Iacy Correia

Comunicação interna em tempos de crise



No livro de Paul A. Argenti, “Comunicação Empresarial” são citados 8 passos para que a empresa se saia bem e saiba atuar com eficiência com tempos de crise:

1º passo: Assumir o controle da situação
Quando uma crise se inicia, todos precisam saber a quem contatar. Em grandes organizações isso pode ser difícil e não muito realista, sendo assim o departamento de comunicação pode, inicialmente, funcionar como um ponto de centralização.


2º passo: Coletar o máximo de informação possível
Compreender detalhadamente o problema que se tem nas mãos é o ponto de partida para que os comunicadores comecem a lidar com a crise. Portanto, deve-se deixar claro à mídia caso isso leve mais que alguns minutos, desta maneira ninguém achará que a empresa está passiva diante do problema.


3º passo: Montar um centro de gerenciamento de crise
Todas as comunicações devem partir de um local único e centralizado.


4º passo: Comunicar-se com rapidez e frequência
Evitar o silêncio e o adiantamento de respostas. Ao mesmo tempo que sabemos que uma informação tardia pode ser fatal em um gerenciamento de crise, devemos ter cuidado ao enviarmos mensagens em primeira mão. Devemos, nesse momento, passar nossos valores e mostrar o compromisso de ajudar as pessoas afetadas.


5º passo: Entender a missão da mídia em uma crise
O que os jornalistas procuram, no ambiente competitivo em que trabalham, é uma boa crise com vilões e mocinhos. Mas temos que entender também o papel fundamental da mídia no combate a crise. Se bem utilizados, são os diversos veículos da mídia que nos ajudam a reverter a opinião pública.


6º passo: Comunicar-se diretamente com o público afetado
Após definir quais públicos devem ser tratados prioritariamente em uma crise, a comunicação deve convergir esforços a fim de manter contato direto com esses públicos. Caso contrário, passará a impressão de que a empresa só se preocupa com alguns públicos em momentos de crise.


7º passo: Lembrar que os negócios devem continuar
Não se pode esquecer que, durante uma crise, os negócios não param. Os gerentes devem achar substitutos para aqueles que estiverem fazendo parte da equipe de crise, e não devem perder o foco de outros assuntos que pudessem estar em pauta antes da crise estourar.


8º passo: Fazer planos para evitar outra crise imediatamente
Não existe momento melhor para lidar com a crise do que o período imediatamente após uma crise, pois a motivação é alta para aprender com os erros cometidos da primeira vez.

Em todos os passos, é necessário a atuação em Comunicação interna, tanto no tratamento com o público interno em transmitir informações corretas e de maneira e de maneira que minimize a crise, quanto nas escolhas do que será passado ao público externo.
O profissional de Relações Públicas deve fazer parte das reuniões estratégicas e das tomadas de decisão, já que quanto mais envolvido ele estiver mais terá um desempenho seguro.

(Fonte: http://comunicacaosemcrise.blogspot.com/)


Indicação de Leitura:











'Comunicação Empresarial' de Paul A. Argenti, apresenta uma discussão inovadora sobre a importância estratégica da comunicação para empresas de todos os portes. Do triunfo empresarial à turbulência interna, passando por respostas a crises, as empresas devem saber se comunicar com clareza e de forma estratégica para serem eficazes. Casos com exemplos de empresas como Arthur Andersen, Dell, Muzak e Disney são representativos. Muito está em jogo para a empresa moderna. Um enfoque inteligente para a comunicação nada mais é do que seguir boas práticas administrativas.




Por: Daniella de Paula


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