No livro de Paul A. Argenti, “Comunicação Empresarial” são citados 8 passos para que a empresa se saia bem e saiba atuar com eficiência com tempos de crise:
1º passo: Assumir o controle da situação
Quando uma crise se inicia, todos precisam saber a quem contatar. Em grandes organizações isso pode ser difícil e não muito realista, sendo assim o departamento de comunicação pode, inicialmente, funcionar como um ponto de centralização.
2º passo: Coletar o máximo de informação possível
Compreender detalhadamente o problema que se tem nas mãos é o ponto de partida para que os comunicadores comecem a lidar com a crise. Portanto, deve-se deixar claro à mídia caso isso leve mais que alguns minutos, desta maneira ninguém achará que a empresa está passiva diante do problema.
3º passo: Montar um centro de gerenciamento de crise
Todas as comunicações devem partir de um local único e centralizado.
4º passo: Comunicar-se com rapidez e frequência
Evitar o silêncio e o adiantamento de respostas. Ao mesmo tempo que sabemos que uma informação tardia pode ser fatal em um gerenciamento de crise, devemos ter cuidado ao enviarmos mensagens em primeira mão. Devemos, nesse momento, passar nossos valores e mostrar o compromisso de ajudar as pessoas afetadas.
5º passo: Entender a missão da mídia em uma crise
O que os jornalistas procuram, no ambiente competitivo em que trabalham, é uma boa crise com vilões e mocinhos. Mas temos que entender também o papel fundamental da mídia no combate a crise. Se bem utilizados, são os diversos veículos da mídia que nos ajudam a reverter a opinião pública.
6º passo: Comunicar-se diretamente com o público afetado
Após definir quais públicos devem ser tratados prioritariamente em uma crise, a comunicação deve convergir esforços a fim de manter contato direto com esses públicos. Caso contrário, passará a impressão de que a empresa só se preocupa com alguns públicos em momentos de crise.
7º passo: Lembrar que os negócios devem continuar
Não se pode esquecer que, durante uma crise, os negócios não param. Os gerentes devem achar substitutos para aqueles que estiverem fazendo parte da equipe de crise, e não devem perder o foco de outros assuntos que pudessem estar em pauta antes da crise estourar.
8º passo: Fazer planos para evitar outra crise imediatamente
Não existe momento melhor para lidar com a crise do que o período imediatamente após uma crise, pois a motivação é alta para aprender com os erros cometidos da primeira vez.
Em todos os passos, é necessário a atuação em Comunicação interna, tanto no tratamento com o público interno em transmitir informações corretas e de maneira e de maneira que minimize a crise, quanto nas escolhas do que será passado ao público externo.
O profissional de Relações Públicas deve fazer parte das reuniões estratégicas e das tomadas de decisão, já que quanto mais envolvido ele estiver mais terá um desempenho seguro.
(Fonte: http://comunicacaosemcrise.blogspot.com/)
Indicação de Leitura:
'Comunicação Empresarial' de Paul A. Argenti, apresenta uma discussão inovadora sobre a importância estratégica da comunicação para empresas de todos os portes. Do triunfo empresarial à turbulência interna, passando por respostas a crises, as empresas devem saber se comunicar com clareza e de forma estratégica para serem eficazes. Casos com exemplos de empresas como Arthur Andersen, Dell, Muzak e Disney são representativos. Muito está em jogo para a empresa moderna. Um enfoque inteligente para a comunicação nada mais é do que seguir boas práticas administrativas.
Por: Daniella de Paula
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Comunicação interna em tempos de crise
Marcadores: comunicação empresarial , crise
Checando a motivação por meio do clima organizacional
Uma empresa sempre deve estar de olho no funcionamento e harmonia de todos os seus setores.
Um indicador que pode ajudar a monitorar como anda os ânimos dos funcionários é o clima organizacional.
“O clima organizacional refere-se à percepção tem da organização que trabalham, percepção que pode ser influenciada por fatores conjunturais externos e internos à organização. A idéia do clima organizacional remete à noção de clima meteorológico e retrata um estado momentâneo da organização.”
(MARIA TEREZA LEME FLEURY – AS PESSOAS NA ORGANIZAÇÃO)
As pesquisas de clima ajudam a entender a oscilação da “temperatura” do ambiente interno nas empresas. A pesquisa mapeia os pontos de motivação dos funcionários e, uma vez coletadas essas informações, orienta no momento da criação de um plano de ação focado em melhoria do clima.
Para uma pesquisa eficiente, é importante que ela esteja de acordo com o planejamento estratégico da organização. Também devem ser contemplados os seguintes pontos:
* O trabalho em si - com base nesta variável procura-se conhecer a percepção e a atitude das pessoas em relação ao trabalho, horário, distribuição, suficiência de pessoal etc.
* Integração setorial e interpessoal - avalia o grau de cooperação e o relacionamento existente entre os funcionários e os diversos departamentos da empresa.
* Salário - analisa a existência de eventuais distorções entre os salários internos e eventuais descontentamentos em relação aos salários pagos por ouras empresas.
* Estilo gerencial - aponta o grau de satisfação do funcionário com a sua chefia, analisando a Qualidade de supervisão em termos de competência, feedback, organização, relacionamento etc.
* Comunicação - buscar o conhecimento que os funcionários têm sobre os fatos relevantes da empresa, seus canais de comunicação etc.
* Desenvolvimento profissional - avalia as oportunidades de treinamento e as possibilidades de promoções e carreira que a empresa oferece.
* Imagem da empresa - procura conhecer o sentimento das pessoas em relação à empresa.
* Processo decisório - esta variável revela uma faceta da supervisão, relativa à centralização ou descentralização de suas decisões.
* Benefícios - apura o grau de satisfação com relação aos diferentes benefícios oferecidos pela empresa.
* Condições físicas do trabalho - verifica a Qualidade das condições físicas de trabalho, as condições de conforto, instalações em geral, riscos de acidentes de trabalho e doenças profissionais.
* Trabalho em equipe - mede algumas formas de participação na gestão da empresa.
* Orientação para resultados - verifica até que ponto a empresa estimula ou exige que seus funcionários se responsabilizem efetivamente pela consecução de resultados.
(Fonte: Portal RH)
Entender e observar as mudanças no clima organizacional é um grande aliado para motivar corretamente os funcionários da organização.
Indicação de Leitura:
Gestão
Ricardo Luz
Gestão do Clima Organizacional é fruto da longa experiência de Ricardo Luz como executivo, professor e consultor. Sem se prender a discussões teóricas, o autor aborda o tema com a objetividade pertinente e aponta caminhos a serem seguidos pelas empresas, com o objetivo de melhorar as relações de trabalho, para que não prejudiquem a produtividade e a motivação dos colaboradores. Uma poderosa ferramenta gerencial para gestores e profissionais de RH.
Por: Bianca Barsanti
Marcadores: clima organizacional , pesquisa , pessoas
Afinal, qual o papel do Relações Públicas na ação de motivação?
O Relações Públicas é o profissional da comunicação estratégica. É ele quem conhece todo o processo comunicacional, definindo um diagnóstico mais assertivo e amarrando as ações para que o resultado seja o esperado.
Utilizando estratégias que valorizem o colaborador, o Relações Públicas é capaz de criar um clima de motivação e engajar seu funcionário. Para que isso ocorra, os funcionários devem sentir-se parte de uma atividade útil e digna.
Abaixo, listo os principais motivos que causam a desmotivação do funcionário e como o Relações Públicas responsável pela comunicação interna deve trabalhar para corrigir a situação.
* Falta de confiança nos administradores: muitos funcionários não confiam em seus superiores, muitas vezes por não ter um canal de comunicação aberta com o mesmo, o que causa o medo do superior.
O RP é o profissional correto para dar suporte, fazendo a mediação com os gestores da empresa, estimulando e facilitando a comunicação entre o gestor e seu funcionário.
* Falta de informação: Quando o funcionário sente que há algo acontecendo e ele não foi informado, ou sabe de alguma informação da empresa por meios externos, sente-se desmotivado.
O que se sabe, é que quando o funcionário está bem informado existe uma possibilidade maior de estar motivado. Se ele é parte da organização, é por meio dela que ele deve saber o que está acontecendo. No meio de uma crise, quando os funcionários sabem que há algum problema, um porta-voz deve informar o máximo de informações que tem, com total transparência. Onde não há fato, há boato. Mesmo que as informações não sejam completas, elas devem ser passadas ao público interno.
* Falta de reconhecimento: Funcionário que não tem suas ideias ouvidas tende a se desmotivar. Devido à falha na comunicação, muitos colaboradores, que têm ideias muito boas para a organização, não conseguem repassá-la ao superior responsável, ou não tem sua ideia ouvida.O Relações Públicas deve instruir o gestor a acreditar em seu funcionário e em seu potencial, garantindo que a ideia chegue à pessoa correta, e seja respondida pela mesma pessoa.
O RP pode realizar pesquisas de clima organizacional para saber exatamente o que causa a desmotivação. Isso o ajudará a elaborar o planejamento. É ele quem vai gerenciar a pesquisa, tabular as informações e a partir daí traçar um plano e ações estratégicas.
Logicamente há muitos outros motivos cotidianos, além dos acima citados, que desmotivam o colaborador. Entretanto podemos perceber que um dos valores presentes em todas as ações de um Relações Públicas no processo de motivação é a transparência.
Indicação de Leitura:
James Grunig, Maria Aparecida Ferrari e Fábio França
Editora: Difusão Editora
Publicação: 2009
Resenha:
A obra é dividida em três partes e relata a experiência profissional dos autores. James Grunig faz uma apresentação teórica da profissão de relações públicas; Maria Aparecida Ferrari discorre sobre a carreira no contexto da América Latina; e Fábio França analisa os públicos de interesse das corporações.
Sobre os autores:
James Grunig é um dos mais renomados profissionais do universo da comunicação corporativa; Maria Aparecida Ferrari é doutora em ciência da comunicação e professora da Universidade de São Paulo (USP); e Fábio França é doutor em relações públicas pela USP.
(Postado por Mariana Giorgiani)
Marcadores: clima organizacional , funcionário , Relações Públicas
Motivando com a Comunicação Interna

"Compete à Comunicação Interna viabilizar toda a interação possível entre a organização e seus empregados, usando ferramentas de comunicação institucional e até da comunicação mercadológica (para o caso do endomarketing ou marketing interno)."
Juliana Rodrigues
A gestão da comunicação interna, deve prezar pelo relacionamento transparente, democrático e participativo para garantir a satisfação dos colaboradores, pois, caso isso não seja feito, a sobrevivência da organização será inevitavelmente comprometida.
Porém, com os funcionários motivados, engajados e em sinergia, haverá um aumento no empenho, no compromisso, na produtividade e na qualidade de suas atividades, assim, valorizarão mais a empresa, e conseqüentemente haverá a melhor obtenção dos resultados e dos objetivos da empresa. Portanto, para atingir este elevado índice de satisfação mútua, é necessário que se faça a manutenção do relacionamento entre a empresa e seus funcionários e que haja democratização da estrutura formal das organizações, que muitas vezes são extremamente autoritárias e hierárquicas.
Para que a campanha de comunicação seja realizada de forma eficaz, deve-se utilizar as ferramentas apropriadas para cada tipo de situação.
Nas campanhas institucionais, por exemplo, o objetivo geralmente se baseia na obtenção de mudança de comportamento dos colaboradores e para isso, deverá operar com políticas de longo prazo, presentes na comunicação institucional, como a intranet, treinamentos, eventos, jornal mural, entre outros. Por outro lado, quando há a necessidade de objetivos imediatos, a campanha não consegue ser tão bem estruturada, devido ao breve tempo para sua implementação e, neste caso exige-se a utilização de ferramentas presentes no endomarketing.
Assim, percebe-se que, no cenário atual os colaboradores desejam ser valorizados e vistos como parte da empresa e, somente com a motivação e engajamento destes colaboradores é que os objetivos da organização poderão ser alcançados.
Por: Lilian Pereira de Siqueira (3ºRPC)
Um pouco sobre Comunicação Interna...
Indicação de Leitura:
A abordagem de Palo Alto e a análise das organizações
Bibliografia:
- http://www.comunicacaointernabrasil.com/Event.aspx?id=222044 – acesso em 26/03/2010
- Material dado em sala de aula.
-Duterme Claude, “A comunicação Interna na empresa” – Editora: Instituto Piaget
Marcadores: comunicação , engajamento , gestor , interno , motivação
Líderança e Desenvolvimento Motivacional

"Uma das grandes qualidades do líder de gestão de pessoas é contribuir para o crescimento de seus colaboradores, e ele só consegue isso quando busca o autoconhecimento", Motomura fundador e diretor-geral do Grupo Amana-Key.
Atualmente, o foco no ser humano está cada vez mais evidente, e cada pessoa pensa de um jeito, tem sua própria cultura, sua base educacional e seus conceitos.
O líder tem que saber gerenciar com todas as pessoas com respeito e ética, sendo um exemplo para sua equipe. É essencial que este esteja engajado com o negócio da empresa, já que este tem uma grande responsabilidade diante de todos, sendo importante passar a imagem de estar envolvido plenamente em suas atividades.
É imprescindível o líder ter uma comunicação clara com sua equipe, e ter a consciência de que se pode chegar ao sucesso como se fosse subindo uma escada, degrau por degrau, porque para chegar ao topo você não precisa subir de uma só vez. Se você chegar para sua equipe empolgado querendo um resultado imediato, o lado emocional dos colaboradores vão entrar no clima, porém o lado racional travará, sabendo que é impossível alcançar o sucesso de um dia para o outro.
A sua equipe pode crescer 1% ao ano, como pode crescer 1% ao dia, você tem que saber explorar os recursos de seus funcionários.
É essencial deixar claro quão importante é o trabalho de cada colaborador na empresa, como a sua participação agrega valores à mesma e que é graças ao esforço de cada um que a empresa consegue chegar ao sucesso.
Uma equipe precisa ser como um trem, no qual cada um precisa ser como uma locomotiva, um puxando e outro e todos seguindo um trilho, ou seja, todos com o mesmo objetivo e sincronia.
Segundo Daniel Grodi, um líder tem que lapidar o que as pessoas tem de bom e fazer com que estas acreditem que a ela pode ser melhor, valorizando-as. É importante que o líder sinta o mercado e o ambiente em que trabalha, conheça a cultura e os valores da empresa.
E quando a empresa não estiver em boas situações? Você tem que acreditar em você, na empresa e principalmente na sua equipe!
O líder tem que ter a capacidade de transformar todos em uma única equipe, fazer com que as pessoas olhem para a mesma direção, ele tem que saber influenciar e não manipular as pessoas. Tirar as pessoas da zona de conforto sem deixá-las estressadas é imprescindível.
Um bom líder faz com que as pessoas sigam o que ele fala não por obrigação, mas sim por despertar uma admiração.
A excelência está no equilíbrio, pois é no equilíbrio que as coisas acontecem, por exemplo, é por ele que nós conseguimos andar, assim como nas empresas.
Por:Letícia Aparecida Flores Pinheiro (3ºRPC)
Indicação:
DVD - Equipes de Alta Performance AO VIVO, Daniel Gogri
Sinopse:
Você sabe trabalhar em equipe? Já aprendeu a diferenciar o estilo e a forma de agir das pessoas?
Aprenda com o Godri a trabalhar com diferentes pessoas e perceba que “relacionamento” é o nome do jogo. Saber utilizar de forma inteligente e criativa os dons e habilidades de cada colaborador tornando o trabalho de cada um muito melhor e mais produtivo.
Com Daniel Godri
Duração: 35'30''
Vídeo gravado ao vivo na palestra de Daniel Godri
Bibliografia:
http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=12696
http://www.youtube.com/watch?v=IqOIfQUH_x0&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=pSt4UH1oPl0&feature=related
http://www.microsoft.com/isapi/redir.dll?prd=ie&ar=windows
http://www.youtube.com/watch?v=KCyH2CMNEK8&feature=related
Marcadores: desenvolvimento , liderança , motivação
Apredendo diferenciar: Motivação e Engajamento
Motivação, como d
efinido acima, é o ato de motivar, dar motivo, convém da origem de cada individuo. È um fator interno, que esta relacionada ao pessoal, a cultura e aos valores morais. Por sua vez, o engajamento é envolve-se por completo, empenhar-se a serviço de uma causa, sua relação baseia-se em fatores internos e externos. Entretanto, podemos afirmar que existe motivação sem engajamento, porém, não há engajamento sem motivação e que deve ser processo contínuo dentro do ambiente organizacional.
Para entender motivação é preciso, em primeiro lugar, entender o que satisfaz o funcionário. Os colaboradores, como qualquer público, tem desejos e anseios específicos, e que mesmo vivendo em meio comum, não podem ser descartados ou tratados de maneira generalizada. Desta forma, a área de Comunicação Interna, principal fonte de comunicação entre a alta gestão e funcionários, deverá trabalhar em parceria com a área de Recursos Humanos para coletar dados e transformá-los em informações e conhecimento para entender o brio (o que induz a cumprir algo/dever) de cada colaborador.
Em segundo lugar, converter o conhecimento em uma mudança de comportamento, a gestão terá parte importante nesse processo, os líderes ficarão responsáveis por disseminar estas informações a todos. E também, por fortalecer o sentimento de “faço parte” dentro da organização. Isto acontece quando a estratégia da companhia, os valores institucionais e a cultura organizacional são compreendidos e aplicados dentro da organização. Por exemplo, a inovação é um dos valores da AmBev (Companhia de Bebidas das Américas) e pensando constantemente nesse processo, a companhia estabeleceu a Universidade AmBev, a UA, cujo objetivo é aprimorar os processos internos e compartilhar o conhecimento de gestores com os colaboradores. Acreditando em uma gestão de comprometimento e parcerias dentro da organização. Além disso, a AmBev tem outros projetos, tais como: Melhores Práticas - destacando os funcionários e equipes que criaram inovações em suas áreas, Feras – homenageando a cada semestre os vendedores de destaque no país, entre outros. Todos com foco no relacionamento entre gestores e colaboradores, fortalecendo as relações e estimulando as competências, ou seja, convertendo a motivação em empenho, ou melhor, no engajamento.
Com os funcionários engajados a organização tende a aumentar o índice de produção, produz mais porque esta envolvido nos processos da organização e convive em torno de um clima organizacional agradável. È simples: “Do que é meu, eu cuido”, prospero e aprimoro para ser sempre o melhor.
O grande erro de algumas organizações esta quando não determinam políticas para aprimorar estas ações, ao contrário, tratam desses tópicos sem delinear nenhuma diretriz , o que pode acarretar na desmotivação das pessoas, fofocas e entre outros problemas, no qual custam muito mais para serem tratados.
Todavia, é sempre bom estar atento com o público interno, aperfeiçoando o diálogo com aqueles que são parte fundamental de qualquer companhia para gerar não só lucros, mas um meio prazeroso que há desenvolvimento.
Por: Iacy Correia (3°RPC)
MOTIVAÇÃO PARA VIDA TODA!
Indicação de Leitura:
A EMPRESA E SEUS COLABORADORES - USANDO UM ENEAGRAMA PARA OTIMIZAR RECURSOS FABIEN CHABREUIL, PATRICIA CHABREUIL - Editora MADRAS |
Sinopse:
A aplicação do eneagrama nas empresas oferece um conhecimento das motivações profundas e da estrutura de funcionamento de cada um de seus componentes, permitindo: mobilizar os verdadeiros pontos fortes, desenvolver a criatividade e a flexibilidade, aumentar a capacidade de assumir responsabilidades, fazer um planejamento preciso para aumentar a competência humana profissional, comunicar-se com a certeza de compreender e de ser compreendido, aumentar a própria motivação e a dos outros, trabalhar em equipe de uma forma mais fácil e eficaz, melhorar e tornar mais coerente a própria imagem, a da equipe e da empresa. A Empresa e seus Colaboradores - um guia prático da moderna gestão empresarial
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RH.com.br
http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Entrevista/6490/melhoria-do-clima-organizacional-gera-motivacao.html
- Anotações da matéria de Comunicação Interna.
- Textos da disciplina de Comunicação Interna.
Marcadores: Conceito , engajamento , motivação , organizações
